Mas ele(a) é tão agarrado(a) a mãe!



Por que será que os filhos são tão agarrados às mães?

Ontem a noite na Igreja Davi só queria colo, o meu colo. Muito calor, muita gente, barulho, nada mais natural que a criança se sinta incomodada e busque conforto e segurança no colo da mãe.

Nestas e em tantas outras situações, quando o(a) filho(a) solicita constantemente a presença da mãe, não é raro notar o desconforto de alguns adultos e comentários de como ele(a) é agarrado(a) com a mãe.

Por que será? É a mãe que está com ele(a) na maior parte das situações, se não em todas. É a mãe que cuida desde o nascimento. É a mãe que alimenta. É a mãe que acorda no meio da noite e dá colo até novamente adormecer. É a mãe que canta para acalmá-lo(a). Sendo assim, não é difícil deduzir porque o vínculo mãe-filho(a) é tão forte e essencial para o desenvolvimento emocional da criança.

Ser agarrado(a) a mãe não significa que o filho(a) não goste das outras pessoas e sim que sentem-se confortável e acolhido(a) pela mãe e a tem como seu porto-seguro. Cada pessoa do convívio da criança (pai, avos, tios, irmãos, vizinhos, amigos da família,...) tem um lugar especial no coração da criança, mas a mãe é vista como o modelo protetor, aquela que nutre, acolhe e protege.

Assim como colo não deixa bebê mimado, ser agarrado(a) a mãe não quer dizer que o filho(a) crescerá dependente, pelo contrário, este vínculo deixa a criança segura e certa de que é amada. Lembrando que tudo que é exagerado faz mal, estamos falando de um agarramento natural e não excessivo.

Tudo tem o seu tempo e chegará um momento em que a própria criança buscará a companhia de outras pessoas. Da mesma forma que o colo não durará para sempre, o agarramento também tem seus dias contados.

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